Não é preciso ter acesso às estatísticas do site para saber que vampiro é um eterno big hit.
Pois acaba de sair o nº29 do Adorável Noite, fanzine de contos vampiresco organizado pelo Adriano Siqueira. Só para constar, o Adriano é um cara que ajuda a divulgar literatura vampiresca desde sempre.

ps. na virada do mês divulgarei aqui alguns dos destaques estatísticos do Fantastik.
Ferramenta inestimável.

(1) Esquentando os motores para março com um vôo pelo mundo Steampunk. O Fábio Fernandes publicou seu primeiro conto em inglês no mercado americano.  The Boulton-Watt-Fransktein Company saiu na revista Everyday Weirdness e pode ser lido online

(2) Nessa época tão agradável chamada carnaval (alguém curtiu feriado? eu trabalhei sem parar),  recebi da Rita Maria Felix um convite para participar do ‘evento’ Depois das Cinzas. Assim, acabei descobrindo o Cryacontos, um grupo internético de criação literária voltado para o terror e a fantasia.

Participei com um conto curto de nome Abutres, seguindo a linha de Fantasia Urbana.

Replicando e divulgando:

2º edição do Concurso Literário FC do B

O projeto FC DO B tem o propósito de promover a literatura através do incentivo aos escritores, além de ajudar a difundir e renovar a Ficção Científica nacional.

A edição passada do concurso recebeu mais de duzentos trabalhos de todo o país e do exterior, resultando numa coletânea com diversidade temática e de surpreendente qualidade.

Para participar e para maiores informações, visite o site do concurso: http://www.fcdob.com

Antes nunca do que tarde, mas não tem jeito. O carnaval já chegou e nada melhor do que quebrar o climão de festas ouvindo um podcast sobre Distopias. Você não sabe o que são Distopias? Então comece pelo artigo O que é ficção-científica afinal? da Cristina Lasaitis que explica os subgêneros da ficção-científica. É um texto rápido e cheio de gravuras, então não tem desculpa. Mas se você passou o dia inteiro pulando nos blocos de carnaval e está de ressaca, eu adianto a frase-chave do artigo: utopias que saíram pela culatra.

A convidada Ana Cristina se junta aos bons e velhos Thiago Cabello e Ana Carolina. Tem Laranja Mecânica (que não é um espremedor de frutas), Admirável Mundo Novo e 1984 na mesa de apostas!

Se você piscou no último podcast, vale repetir. O Papo na Estante agora tem um site próprio. Passe lá!

“Rubens Francisco Lucchetti é um heroi da literatura popular no Brasil, sendo o decano dos nossos autores de ficção pulp, pioneiro dos quadrinhos e do cinema de horror. Ele já havia recebido uma homenagem do fandom, por meio do livro amador compilado por Edgar Guimarães, Rubens Lucchetti Nico Rosso (1994)”.

Nem idéia? Pois no espaço da revista Terra Magazine dedicado à Ficção Científica, Roberto Causo fala sobre o livro Rubens Francisco Lucchetti: O Homem de 1000 Livros, de Lucchetti & Jerusa Pires Ferreira.

 

Nova chamada para o INEUS! Os encontros da terceira quarta-feira de cada mês estão mudando, de forma experimental. Nesse mês será na quinta-feira, no dia 19/02/2009. Mês que vêm será na terça-feira. Vamos experimentando até ver o melhor dia. O horário continua o mesmo: iniciando às 18:30 horas e indo até o último resquício etílico de prosa.

O encontro acontece no Bardo Batata, um espaço de gastronomia e cultura, muito simpático e com atendimento campeão, que além de separar um espaço exclusivo para a arte, ainda fica bem próximo do metrô Consolação, o que facilita para todos no transporte (e evita as multas e bafômetros indesejáveis). O endereço é Rua Bela Cintra, 1.333. Fica ali nos Jardins, a duas quadras da Avenida Paulista. Acesso mais fácil e centralizado é quase impossível.

Não tem entrada, não tem couvert, não tem consumação, não tem custo, exceto o que você consumir. É chegar, sentar e prosear à vontade. E o que é o INEUS afinal? Pra quem não conhece, posso dizer que é uma reunião de escritores e artistas, onde acontece muita troca de idéias e projetos, além de informações de mercado, produção e contatos.

Pra quem já conhece, sabe que continua aquele mesmo ambiente informal, com bom papo, boas idéias e ótimas sacadas etílico-literárias. Projeto, idéias e inovações são mais que bem-vindos, ok? Traga as suas! Qualquer pessoa é bem-vinda, portanto, espalhem a notícia para seus amigos. Repassem esse convite e não deixem de separar uma horinha em suas agendas pra esse bate-papo mensal.

É provável que você já saiba, mas vou repetir mesmo assim. O Ademir Pacale e a Elenir Alves estão editando um e-zine de microcontos, resenhas e entrevistas chamado TerrorZine, que chega agora na sexta edição. Estava para participar desde o primeiro, mas nunca consegui tempo para fazer um microconto legal. Dessa vez o tema foi Folclores, Lendas e Mitos, então não resisti e entrei. O meu microconto se chama Labaredas e é baseado no boitatá, que na verdade é uma cobra, feminino, e não tem nenhum parente chamado vacatatá, fique você sabendo.

Participam dessa edição do TerrorZine Rober Pinheiro, Juliano Sasseron, Roberto Causo, James Andrade e muitos outros, inclusive os organizadores.

Dois livros novos aqui no site!
Um já está mais do que comentado. É o livro de contos da Ana Cristina Rodrigues, você com certeza já ouviu falar dele (e se não ouviu, a hora é agora)

O outro, é Hemisfério Dorso do Gerson Couto.
Mais um que saiu pela Multifoco. Aos poucos a editora vai marcando presença no terror, ficção-científica e fantasia.
Para quem não conhece, coloquei também um trecho do primeiro capítulo.

Gerson Couto

1:32 am

 Hemisfério Dorso

Sinopse:
Silêncio. O lugar onde os Deuses habitavam e chamavam de seu. O ponto onde tudo se iniciava e se transformava, mas que, como todos os outros, não era imune ao tempo.
Dez Deuses que, após muito trabalho, conseguiram criar um universo pacífico e sem erros. Um trabalho perfeito, que trouxe alguns inconvenientes. Tudo que tinham de fazer agora era cumprir com seus afazeres. O tempo corria, e nada acontecia. Cansados, um deles, aquele que aparentava ser o mais forte, propôs um jogo.
Deu-se início. Enquanto as peças se moviam, milhares de idéias afloravam em suas cabeças.
O que aparentava ser um simples jogo acabou se transformando no maior planeta já visto até então.
Hemisfério mal havia nascido, e já era o palco para uma estranha e sangrenta batalha. Os Deuses, assustados, observavam. Resolveram intervir. Mas em nenhum momento esperavam tal recepção. Palavras foram arremessadas como flechas. A situação estava fora de controle. Num piscar de olhos, os Deuses se viram de volta à Silêncio. Com o orgulho ferido, decidiram agir. Mas agora era tarde demais.
Daquele dia em diante, os Deuses vêm tentando restabelecer contato com Hemisfério, sem imaginar o que estava a acontecer naquelas terras.
Os mortais, acostumados com uma vida de paz e tranqüilidade, se encontravam agora dentro das mais estranhas situações.
E foi Lad, um desses mortais, o primeiro a descobrir que tudo aquilo era apenas o início.

Trecho do livro:
Silêncio. Entre tantas coisas interessantes e comuns, vidas e sombras, existe o Silêncio. É lá onde eles moram. Dez Deuses, dotados das mais variadas formas e personalidades. Em Silêncio habitam donos de poderes infinitos e pensamentos eternos. Silêncio era uma planície coberta por uma tenra e verde grama. Montanhas não existiam naquele lugar, fazendo com que o vento corresse incessantemente. O infinito verde da grama era recortado, em seu centro, por um colorido jardim. Um jardim de tulipas, das mais variadas cores e tamanhos, com suas flores a abrir e fechar. Os Deuses passavam grande parte do tempo naquele jardim. Por lá ficavam a conversar, tomavam importantes decisões, ou simplesmente observavam o tempo ser carregado pelo vento.

No centro desse belo jardim, se encontrava Kunr Anime, a casa dos Deuses. Aquele jardim era o lugar mais belo daquela planície, e por isso construíram a casa em seu exato centro. Todos os dez nela moravam, por isso a razão de seu tamanho. Era preciso subir grandes escadas dos mais variados formatos para entrar em Kunr Anime, pois, diferente das outras casas, ela não se encontrava no chão. As escadas eram os únicos pontos onde a casa mantinha algum contato com o chão, pois era sustentada por um grande homem com asas, que ficava a sustenta-la em seus braços por todo o tempo. Suas longas asas batiam incessantemente, fazendo assim com que o vento ao redor da casa corresse ainda mais rapidamente. Por todo o tempo, somente suas asas se mexiam.

Toda a casa era constituída de algo semelhante a um mármore azul, que facilmente reluzia qualquer luz. As pilastras que seguravam o teto tinham o formato de grandes tamanduás, que apoiados em suas patas traseiras, levantavam suas cabeças e, com suas línguas, seguravam o estranho teto que parecia mudar a cada instante. Num momento era como o restante da casa, no outro, como se fosse constituído por vários ossos. O chão de Kunr Anime era como um grande rio congelado, pois debaixo de sua crosta transparente, a impressão era que uma grande quantidade de água por ali corria.

Dentre as dezenas de quartos e salas existentes em Kunr Anime, uma era a mais usada, por isso, acabaram apelidando-na de Grande Cauda. Uma grande sala iluminada por abelhas que carregavam troncos recheados de fogo. No centro da Grande Cauda, existia uma grande mesa rodeada por dez cadeiras. Eram inúmeras as vezes em que se reuniam ao seu redor, quando não estavam no jardim. A Grande Cauda era o único cômodo da casa que dava acesso a todos os outros. Era impossível adentrar na casa sem passar por ela. Assim como era impossível um Deus ir para seus aposentos sem passar pelo Salão da Estrela.

O Salão da Estrela foi assim nomeado devido seu formato, que parecia com uma estrela de dez pontas. E cada uma dessas pontas era o corredor que dava acesso a um dos aposentos dos deuses. Cada uma das paredes que compunha os corredores tinha a seu lado, como se a mantivesse erguida, uma gigantesca estátua. Flamingo. Golfinho. Antílope. Esquilo. Jacaré. Gato. Cavalo. Leão-Marinho. Raposa e Polvo. Cada um desses animais, em forma de grandes estátuas, seguravam as paredes dos corredores. E ao fim de cada um destes, existia uma porta que se encontrava sempre fechada. O aposento onde repousavam. Em alguns dos corredores, próximo à porta de seus quartos, residia algo que parecia ser somente uma velha manta. Por todo o tempo elas ali permaneciam.

Por mais bela que fosse a casa, eles gostavam mesmo era de ficar no Jardim das Tulipas, e lá estavam naquele momento. Lóbulos tocava de maneira suave seu Oboé. Próximo a ele, Lahguna e Póllus, que jogavam uma partida de gamão. O jogo preferido dos Deuses. Zathara estava distante do restante do grupo. Olhava para o céu, pois naquele momento, estava a se entreter com suas Nurtas e Bóris. Havia criado três grandes bolas de fogo e três grandes pedras brancas que ficavam a girar pelo céu. Eram bonitos, mas nada como o tempo para fazer com que Zathara rapidamente se esquecesse deles.

Enquanto isso, Anchlión e os outros conversavam.

- Estamos há séculos parados como estátuas. Será que não existe nada no momento que precise de nossa intervenção? Imagino que todos aqui estejam cansados de ficar parados. – Reclamava Golffus.

- Está tudo correndo de maneira pacífica há séculos. Executamos nossos trabalho com perfeição, por isso tudo se encontra na mais perfeita harmonia. Inclusive nós. Mas acredito que em breve teremos algo empolgante para realizarmos. – Dizia Anchlión.

Sobre o autor:
Gerson J.V. Couto é Paulista, cresceu em Minas Gerais e, morando na capital carioca, se dedica às artes como literatura, música, e dança. Atualmente com 27 anos, cursa o Bacharelado em Dança – UFRJ, enquanto se dedica ao término de seu terceiro livro.

Visite o site do autor para adquirir o livro e ver o trailer promocional.

O site duplo

2:13 pm

Meu querido provedor foi atualizar alguma coisa. Para evitar que o Fantastik saísse do ar, deixou o site rodando em duas máquinas diferentes. Aí, atualizaram a tal coisa e… esqueceram o site duplicado. Conclusão. Às vezes eu atualizava uma imagem, às vezes a outra. Quem entrou nesse período esquizofrênico pode ter lido uma versão ou a outra também. Então, não estranhem tópicos que sumiram nem nada parecido. É que o alterego foi devidamente eliminado e levou parte do conteúdo com ele, no melhor estilo A Metade Negra. Por sorte, a maioria tópicos aqui do blog de entrada. Quem mandou material e até agora não viu no ar, essa fica sendo a minha desculpa oficial, combinado? Afinal, esse é um site de literatura fantástica ou não é?

Aproveitando o tópico. O podcast Papo na Estante ganhou casa própria. O link está no texto aqui embaixo (que foi um dos que sumiu e reapareceu 200 vezes).

Outra, janeiro e fevereiro são meses de baixo movimento na rede. Sabe como é, meses de férias. O que aumenta minha esperança na humanidade. Existe vida além da Internet. Com isso, as visitações diminuem e o webmaster fica segurando material para liberar só em março. O que não impede um preview.

Olha o que vem por aí:

* Artigo de um jornalista outsider sobre o querido e comentado Allan Poe.

* Artigo da escritora vampiresca Nazarethe Fonseca sobre o fenômeno Crepúsculo.

* Início do “dica de leitura”, com autores indicando títulos diversos. (Trevisan, cadê o seu?)

* Um texto do Rober Pinheiro sobre o fenômeno George RR Martin, integrante da lista “como ainda não publicaram no Brasil?”.

* Especial Necrópole com comentário dos 4 cavaleiros necropolitanos relembrando a coleção e falando do Necrópole: Histórias de Bruxaria.

* Entrevistas em texto de todo mundo que eu encher a paciência até 2010. Uma versão Fantastikiana da área de entrevistas do meu site pessoal.

* Estou querendo liberar preview de livros inéditos aqui. Vamos ver se convenço os autores!

Já é coisa, hein? Só para lembrar, além desse blog o Fantastik tem conteúdo até não poder mais. É só clicar em Menu, ali na esquerda.

E o combate foi tão emocionante que o site até saiu do ar!
Mas não tem problema não! A segunda edição de Papo na Estante está de volta, trazendo para o ringue a velha questão: a literatura baseada em RPG presta ou só serve como peso de papel? O papo pegou fogo e sobrou jab de direita para todo mundo.
Mais uma vez, Thiago Cabello comandou o papo e fez a edição final.
Para que ninguém pense que foi uma luta injusta, defendendo a literatura de RPG que hoje conta como fenômenos como Leonel Candela (Tormenta), estava ninguém menos que Augusto Shaftiel. Para ouvir o resultado do debate e dar o seu apito final: Papo na Estante nº2.

Ana Cristina Rodrigues

Ana Cristina Rodrigues é atual presidenta do Clube de Leitores de Ficção-Científica e ativista nos bastidores da ficção. Lança seu primeiro livro em 2009 reunindo vinte narrativas curtas de ficção especulativa.

Release:
Anacrônicas – Pequenos Contos Mágicos, é o primeiro livro publicado da escritora, reunindo obras espalhadas ao longo dos anos em diferentes websites e blogs.
Ana passeia pelo gênero da fantasia/realismo fantástico com muita variedade em contos sucintos, que trafegam desde a fantasia contemporânea de autores como Neil Gaiman (influência confessa da autora, que está presente como epígrafe no livro – “O mundo sempre parece mais brilhante quando você acaba de criar algo que antes não estava lá” – como também pela revisitação do mito arturiano no conto “A Dama de Shallot”. A medievalidade e a influência histórica – e não custa dizer, a autora é historiadora formada na UFF, com Mestrado em História Moderna e atualmente está fazendo o doutorado em História Medieval na mesma universidade – está também presentes em contos como “Os Olhos de Joana” e “Feitiço sem Nome”, mas há também local para o intimismo cotidiano em “Borboleta”, “Viagem à Terra das Ilusões Perdidas” e “O Mapa da Terra das Fadas”. Há um pouco de tudo no universo de Ana Cristina Rodrigues.
O livro terá 90 páginas ao custo de R$ 20,00, contando com um prefácio do importante escritor de ficção científica Octávio Aragão, autor de A Mão que Cria e do universo conjunto Intempol. Serão vinte contos que trafegam no tempo, no espaço, e mais importante do que tudo, no imaginário.

Os textos:
“É tarde!”
Chiaroscuro
A Princesa de Toda a Dor
O último soneto
A Casa do Escudo Azul
Vida na estante
Os olhos de Joana
O Senhor do Tempo
Deus embaralha…
Feitiço sem nome
A dama de Shalott
Como nos tornamos fogo?
Pelo espaço de um momento
Borboleta
Viagem à terra das ilusões perdidas.
O baile de Máscaras
Lenda do Deserto
Mapa para a Terra das Fadas
O eremita
Apocalypse NOW!

Trecho do livro:

Trecho do livroanacronicas_16

A autora:
Ana Cristina Rodrigues é um dos nomes mais importantes do crescente cenário de ficção científica e fantasia no Brasil. Agitadora cultural por excelência, pegou uma instituição à beira do fechamento como o CLFC e, assumindo sua presidência, o tornou uma entidade viva, ativa e vibrante, aparecendo em diversos eventos como o Jedicon, focado em Guerra nas Estrelas, e na mídia através de programas como o Atitude.com da TV Brasil, e principalmente na internet – tanto em periódicos online como o Aguarrás TV, quanto como criadora do combo cultural Fábrica de Sonhos, dedicado ao gênero fantástico. Nesse meio tempo, criou uma das mais importantes premiações da Ficção Científica brasileira – o Prêmio Bráulio Tavares, cuja votação é eminentemente internáutica e centrada no website de relacionamentos Orkut.


Veja a entrevista de Ana Cristina Rodrigues para o Aguarrás TV.

Resenha do AnaCrônicas no Epistemonike Phantasia.

Sigo garimpando contos no mundo virtual.
Entrou recentemente no Blogroll do Fantastik o site do Hugo Vera.
O site é muito bem feito, o enfoque é em ficção científica e, de vez em quando, escapa um comentário sobre séries de horror e fantasia. O Hugo (que não é o Award) participou do concurso Prêmio Braulio Tavares 2008 com o conto O homem bicorpóreo, ficando em terceiro lugar, se não me engano. Quem ficou com preguiça de baixar o arquivo com todos os participantes tem agora uma chance de ler diretamente o conto do Hugo e sentir um gostinho do concurso. Eu recomendo.

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